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Engenharia elétrica

Lei de Ohm: como relacionar tensão, corrente e resistência de forma simples

2 semanas atrás
6 min de leitura

Resumo rápido: A lei de ohm explica de forma simples como a tensão elétrica, a corrente elétrica e a resistência elétrica se relacionam em um circuito. Com essa relação, é possível calcular valores elétricos com precisão e evitar erros em montagens e medições. 

Neste conteúdo, você vai entender o que é a Lei de Ohm, como ela funciona, como surgiu, quantas leis existem, como realizar cálculos corretamente e em quais situações ela pode ou não ser aplicada. Tudo isso de forma organizada, progressiva e focada em gerar entendimento real sobre o tema.

O que é a Lei de Ohm? 

É um princípio fundamental da eletricidade que descreve a relação direta entre tensão, corrente e resistência em circuitos elétricos. 

Em termos simples, ela explica como a corrente elétrica se comporta quando uma determinada tensão é aplicada sobre um material que oferece resistência à passagem dos elétrons. 

Então, esse conceito é a base para compreender praticamente todo funcionamento elétrico moderno, desde pequenos aparelhos até sistemas industriais complexos.

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Lei de Ohm
Para entender essa lei, é essencial passar por alguns conceitos prévios.

Conceito de tensão elétrica 

A tensão elétrica pode ser entendida como a força que empurra os elétrons por meio de um circuito. Ela representa a diferença de potencial elétrico entre dois pontos e é o que motiva o movimento das cargas. 

Assim, sem tensão, não há deslocamento ordenado de elétrons e, consequentemente, não há corrente elétrica. Uma analogia comum é comparar a tensão à pressão da água em uma mangueira. Quanto maior a pressão, maior a força com que a água tende a fluir. 

Da mesma forma, uma tensão maior exerce mais “pressão elétrica” sobre os elétrons. Desse modo, compreender a tensão é essencial para aplicar corretamente a Lei de Ohm, pois ela é o ponto de partida para qualquer cálculo envolvendo corrente e resistência em um circuito.

Conceito de corrente elétrica 

A corrente elétrica representa o fluxo ordenado de elétrons que se deslocam via um condutor quando existe uma tensão aplicada. Esse movimento não ocorre de forma caótica, mas sim orientado, permitindo que a energia elétrica seja transportada e utilizada.

Quanto maior a quantidade de elétrons passando por um ponto do circuito em determinado tempo, maior será a corrente elétrica. Dessa forma, é por isso que correntes elevadas exigem cuidados especiais, pois geram aquecimento e podem causar danos.

No contexto dessa lei, a corrente é o resultado direto da interação entre tensão e resistência, funcionando como um indicador do equilíbrio ou desequilíbrio do circuito.

Conceito de resistência elétrica 

A resistência elétrica é a propriedade que um material possui de dificultar a passagem da corrente elétrica. Portanto, ela depende do tipo de material, do comprimento do condutor e da sua área de seção transversal.

Materiais como cobre e alumínio apresentam baixa resistência, sendo ideais para conduzir corrente. Já outros materiais oferecem grande oposição ao fluxo de elétrons, convertendo parte da energia elétrica em calor.

Como funciona a Lei de Ohm na prática? 

A Lei de Ohm funciona como uma regra de equilíbrio que conecta tensão, corrente e resistência de forma matemática e física. 

Então, em qualquer circuito simples, alterar uma dessas grandezas provoca mudanças previsíveis nas outras duas, permitindo um controle preciso do comportamento elétrico.

Por exemplo, ao ligar um aparelho projetado para determinada tensão em uma fonte inadequada, a corrente pode aumentar além do esperado. Esse aumento ocorre porque a resistência interna do aparelho permanece a mesma, mas a tensão aplicada mudou.

Quantas leis de Ohm existem?

As leis de Ohm são geralmente divididas em duas, conhecidas como primeira e segunda. Desse modo, ambas se complementam e descrevem aspectos diferentes do comportamento elétrico.

Primeira Lei de Ohm 

Descreve a relação proporcional entre tensão e corrente em um condutor de resistência constante. Ela é a mais conhecida e utilizada no dia a dia.

Essa lei se aplica principalmente a materiais ôhmicos, onde o comportamento elétrico é linear. Por isso, ela é a base da maioria dos cálculos elétricos simples.

Segunda Lei de Ohm 

Relaciona a resistência elétrica às características físicas do condutor, como comprimento, área e material. Então, ela explica por que fios mais longos ou mais finos apresentam maior resistência. Esse conceito é essencial para o dimensionamento correto de cabos e condutores em instalações elétricas.

Lei de Ohm
Aplica-se a Lei de Ohm em diversas situações no dia a dia.

Em quais situações a Lei de Ohm é aplicada?

Se aplica em diversas situações práticas, desde circuitos simples até sistemas eletrônicos mais elaborados. Assim, ela serve como base para análise, projeto e manutenção.

Seu uso vai além do ambiente acadêmico, estando presente em atividades técnicas e industriais. Por isso, dominar esse conceito é essencial para quem lida com eletricidade.

Aplicações em circuitos simples 

Em circuitos simples, permite prever o comportamento da corrente e da tensão com grande precisão. Isso facilita testes e ajustes rápidos. Esses circuitos são comuns em projetos educacionais e protótipos iniciais. 

Aplicações em equipamentos eletrônicos 

Em equipamentos eletrônicos, a lei ajuda a garantir que os componentes operem dentro de limites seguros. Isso evita danos e aumenta a durabilidade. Ainda mais, ela também auxilia na interpretação de esquemas e manuais técnicos. 

Na engenharia elétrica, a atualização constante é fundamental para acompanhar a evolução tecnológica, interpretar normas técnicas e desenvolver sistemas cada vez mais eficientes e seguros. 

A Livraria Ofitexto oferece um acervo especializado com livros técnicos, manuais práticos e obras de referência voltadas à engenharia elétrica, automação, energia e eletrônica.

O que mais saber sobre a Lei de Ohm?

Veja outras dúvidas sobre o tema.

A Lei de Ohm vale para qualquer tipo de circuito elétrico?

Se aplica corretamente apenas a materiais e componentes chamados de ôhmicos, nos quais a relação entre tensão e corrente é linear. Em componentes não ôhmicos, como diodos e transistores, essa relação não se mantém constante, o que limita a aplicação direta da lei.

Por que a resistência influencia a corrente elétrica?

A resistência representa a oposição à passagem da corrente elétrica. Quanto maior a resistência de um circuito, menor será a corrente para uma mesma tensão aplicada. Isso ocorre porque os elétrons encontram mais dificuldade para se deslocar através do material.

Usa-se a Lei de Ohm em corrente alternada?

Se aplica em circuitos de corrente alternada, desde que se considerem os valores eficazes de tensão e corrente e que o circuito seja puramente resistivo. Em circuitos com componentes reativos, a análise exige conceitos adicionais.

Qual a importância da Lei de Ohm para a segurança elétrica?

Ajuda a prever correntes excessivas que podem causar superaquecimento, curtos-circuitos e danos aos equipamentos. Compreender essa relação permite dimensionar corretamente fios, resistores e dispositivos de proteção.

Usa-se a Lei de Ohm apenas na eletrônica?

Além da eletrônica, usa-se muito em áreas como eletrotécnica, automação, manutenção elétrica, física aplicada e até em análises básicas de consumo energético residencial e industrial.

Resumo desse artigo sobre lei de Ohm

  1. A Lei de Ohm relaciona tensão, corrente e resistência de forma direta;
  2. Ela permite prever o comportamento de circuitos elétricos;
  3. Sua fórmula é base para cálculos e diagnósticos;
  4. Possui aplicações práticas amplas e essenciais;
  5. Apresenta limitações que devem ser respeitadas.

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