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GeografiaGeologia e MinasMeio Ambiente e Rec. Hídricos

O que a Elevação do Rio Grande revela sobre a geologia do Brasil

9 meses atrás
3 min de leitura

GONDWANA SALTA DA HISTÓRIA GEOLÓGICA PARA A ATUALIDADE

Uma cadeia montanhosa submersa, chamada Elevação do Rio Grande, tem despertado grande interesse geológico e econômico por conter crostas ricas em ferro, manganês e elementos estratégicos como cobalto (fundamental para baterias recarregáveis de veículos elétricos), níquel, molibdênio, nióbio, platina, titânio e telúrio (usado na produção de células solares de alta eficiência).

Por isso, a CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais) realizou estudos preliminares que mapearam uma área de 9.729 km² com alta reflectância, indicando potencial mineral relevante. A cadeia encontra-se a até 3 mil metros de profundidade, no Atlântico Sul, cerca de 1.500 km a leste da costa brasileira, na altura de Porto Alegre.

ELEVAÇÃO DO RIO GRANDE FOI SEPARADA DE OUTRA ELEVAÇÃO

A Elevação do Rio Grande pertencia ao supercontinente Gondwana e submergiu após os eventos tectônicos que separaram os continentes da América do Sul e África. Há cerca de 40 milhões de anos, praias, rios e manguezais cobriam essa cadeia, que ficava acima do nível do mar.

Foto: NOC/UK

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Ambos disponíveis na Livraria Ofitexto

BRASIL ESTUDA O POTENCIAL MINERAL DE LOTES

Em 2014, o Brasil conquistou da Autoridade Internacional do Leito Marinho (ISA) – órgão vinculado à ONU – o direito de estudar o potencial mineral de 150 lotes na Elevação do Rio Grande por 15 anos. O país deve apresentar os resultados à ISA, que regula a exploração de recursos minerais em águas internacionais.

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IMPACTOS AMBIENTAIS NA ELEVAÇÃO DO RIO GRANDE

Enquanto isso, países como Inglaterra, Rússia, Noruega, França, China, Alemanha, Japão e Coreia do Sul se preparam para explorar o fundo do mar. A atividade pode trazer impactos ambientais consideráveis e só será viável se for sustentável.

Segundo Luigi Jovane, professor do IO-USP e um dos líderes do projeto apoiado pela FAPESP, o objetivo é compreender a formação das crostas de ferromanganês sob os pontos de vista biológico, geológico, paleoceanográfico e paleoclimático:

“Pretendemos desenvolver um modelo preditivo para a ocorrência de depósitos de alta qualidade e estudar formas de reduzir os impactos ambientais da mineração. Nossos estudos buscam entender os processos que moldaram a Elevação do Rio Grande, sem sobreposição com as áreas já mapeadas pela CPRM.”

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📘 Processos Metalogenéticos e os Depósitos Minerais Brasileiros – 2ª ed. | João Carlos Biondi
Disponíveis na Livraria Ofitexto

Trecho adaptado da matéria original publicada pela Pesquisa FAPESP, sob a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

crostas de ferromanganês depósitos minerais geologia marinha Gondwana imagens de satélite Mineração submarina

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